Bagagens e trens

Gosto dessa idéia. Mais um presente da amiguitcha azul.

"Um homem estava de pé, em um trem, carregando nas costas uma mala pesadíssima. Reclamava do peso, da dor nas costas, no trabalho de ter que transportar aquele trambolho nos ombros. Um outro homem, que também estava no trem, ouvindo a lamentação, deu o seu conselho:

-Por que você não a coloca no chão? Deixe que o trem a leve para você."

Não é brilhante? Para que levar,na "cacunda", problemas que não conseguimos resolver? Relaxar é o melhor caminho. E deixar que Deus, a vida, ou o que você bem entender nos ajude a levá-los.

Escrito por Clara Bóia às 09h17
[ ] [ envie esta mensagem ]

Quem já passou por isso levante o mouse!

Viver é uma experiência muito maluca mesmo. Quando você é criança, tudo o que você quer é brincar. Não há limites pra sua vontade de transformar o mundo num grande e colorido parque de diversões. Basta chegar a adolescência pra essa sede de mundo virar uma vontade louca de experimentar. De bebidas a sentimentos, naquela clássica fórmula "do tudo e muito". Ama-se loucamente, sofre-se desesperadamente, como se o mundo oscilasse entre dois extremos o tempo inteiro. Aliás, pra que ter todos os sentimentos do mundo nas suas mãos, como disse Drummond, se você pode carregá-lo nas suas costas? He,he, viva a aborrecência. Os vinte e poucos me trouxeram a gana do crescimento. Amadurecer os relacionamentos, amadurecer o conhecimento, ficar mais tranquila e sem reservas diante da existência, pois, nada mesmo faz sentido. Aprender o que quer que fosse, trazia então um deleite insuperável. Agora eu sinto a força do fazer. Não basta somente aprender, chega uma hora que a gente se cobra muito os resultados efetivos. Se eu sei escrever, cadê meu livro? Se amo viajar, por onde já andei? A grande descoberta que tenho experimentado ultimamente é que o FAZER traz coisas ainda mais deliciosas que as outras fases. Isso porque, embora hoje, ele seja a palavra de ordem, continuo aprendendo muito, experimentando pra caramba o mundo e, principalmente, brincando sem parar. Feliz 2008!

Escrito por Clara Bóia às 11h39
[ ] [ envie esta mensagem ]

Visitante número: