Testemunha ocular (e auditiva) do cotidiano

* Uma  mulher, bem gordinha, posta-se diante da vitrine da Momo e seu olhar passeia entre as guloseimas doces que, inocentemente, giram em pratos iluminados. Pede uma trufa enquanto escolhe, calculo, uma torta de nozes ou uma floresta negra. Depois de dois segundos de indecisão, pergunta ao atendente com visível ar de culpa: "qual a torta que tem menos calorias?"

Ele responde rápido:

"Acho que é a de palmito."

 

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“-  Foi doido, véi. Mas ela não tinha Orkut nem MSN, não usa celular e o pai ainda vendeu o computador pra pagar dívida. Como vou continuar pegando uma mulher que não existe, fraga?”

 

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“Derrotas são, por vezes, inevitáveis e aprendemos muito com elas. Só não podemos deixar que elas virem um hábito.” (ouvi num filme bom de domingo)

 

 

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"Ser feliz pra sempre é possível, sempre que possível." (não tem fonte, mas tem sentido)

 

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Escrito por Clara Bóia às 11h57
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